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Doenças dos Seios

Apalpá-los é o melhor a fazer para diagnosticar qualquer anormalidade. As mamas podem apresentar patologias benignas e malignas. Para saber mais sobre o assunto, a médica mastologista Maria Helena Roustand Rabay Vermot explica algumas delas e como se prevenir.

Cancro de mama

Como prevenir: cuidar da manutenção do peso, praticar exercícios físicos regularmente e fazer uso da reposição hormonal com cuidado, além da amamentação prolongada. A boa noticia é que, se descoberto em fase inicial, não somente tem cura, como o seu tratamento é menos agressivo.
Hoje, nos casos de tumores de pequenas dimensões, não há necessidade de se retirar a mama e os tratamentos subseqüentes são específicos para cada tipo de tumor.

Como detectar: é preciso fazer mamografia anual a partir dos 40 anos. Nas mulheres com histórico de câncer de mama ou portadoras de nódulos mamários na família, deve-se adiantar a mamografia e outros exames de imagem. Esse exame pode visualizar lesões que não são palpáveis, nem pelo médico nem pela paciente, e podem detectar lesões pré-cancerígenas.
Auto-exame mensal: deve ser feito a partir dos 20 anos ou quando se começa a usar pílulas anticoncepcionais. No auto-exame, podem ser detectados nódulos, feridas e manchas, descargas sanguinolentas, que saem do mamilo, feridas ou lesões.
Visita ao ginecologista: consulte anualmente um ginecologista para o exame das mamas. O mastologista (especialista em mamas) também pode ser consultando quando houver anormalidade no auto-exame ou no exame de imagem de rotina.

Hereditariedade: de entre os cancros da mama diagnosticados, 5 a 10% aparentam características genéticas e hereditárias. Caso venham a ser confirmadas, implicam um acompanhamento mais precoce e cuidadoso dos familiares. “Os antecedentes familiares são um aspecto importante, mas variam muito de caso para caso. É diferente ter uma avó com cancro da mama aos 80 anos ou ter a mãe com a mesma doença aos 40. Algumas situações que preenchem determinados critérios (por exemplo, cancro da mama antes dos 35 anos ou cancro da mama bilateral) podem justificar a realização de testes genéticos. Se os resultados forem positivos, pode haver justificação para fazer o mesmo teste em irmãs ou filhas”, informa o médico. Se a mulher for saudável e assintomática, mas for portadora de mutações genéticas que aumentem o risco de cancro da mama, poderá ser submetida a uma vigilância mais apertada ou “a tratamentos que reduzam o risco: mastectomia profilática (cirurgia que remove a mama de forma a reduzir a incidência do cancro) ou quimioprofilaxia, por exemplo”, reforça o Dr. José Luís Fougo.

Nódulos mamários

No caso de serem encontrados nódulos mamários, tanto no exame clínico como nos exames de imagem, estes não são forçosamente suspeitos”,
avisa a médica. Segundo ela, podem ser cistos mamários, que são nódulos com conteúdo líquido, algo muito freqüente. “Nestes casos, muitas vezes, basta o acompanhamento e alguns tratamentos paliativos com fitoterápicos ou mesmo punções de alívio, quando são muito grandes”, complementa. Existem ainda os nódulos sólidos, que podem ser tumores benignos (como os fibroadenomas típicos de pacientes jovens). Muitas vezes, eles não são retirados.
Existem ainda os nódulos sólidos de origem cística, que são diagnosticados na ultrasonografia. Há necessidade de acompanhamento médico.

Lipomas

Existem outros nódulos menos freqüentes da mama, como os lipomas (nódulos de gordura). “Ao se deparar com esses nódulos, não se apavore, pois a maior parte deles é benigna. Porém, não fuja, pois isso pode diminuir as chances de cura se ele for maligno”, adverte Maria Helena.

Descargas papilares
São líquidos que saem pelos mamilos.
Podem ser sanguinolentos: quando isso acontece, devem ser investigados cirurgicamente por um mastologista.

Doenças inflamatórias

Abcessos mamários: algumas mulheres podem apresentar abcessos mamários, principalmente, no período de amamentação. Esses abcesssos podem se transformar em fístulas, que são feridas que não fecham e são muito freqüentes em fumantes. Por isso, é preciso acompanhamento médico.
Mastites: também é uma inflamação da mama. A mais comum é a puerperal (após o parto), mas fora deste período também é freqüente. Nesses casos, procure imediatamente um mastologista, pois as mastites, além de serem na maior parte das vezes infecciosas, podem também esconder algum tipo de câncer.

Antiinflamatórios naturais

Entre os alimentos com maior ação antiinflamatória se destacam os ácidos graxos ômega-3, encontrados no azeite de oliva extravirgem e nos peixes de água fria (atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta).
No organismo, esses alimentos são convertidos em substâncias semelhantes aos hormônios responsáveis por reduzir as inflamações, que podem aumentar os riscos de problemas como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade, Mal de Alzheimer, alergias e artrite.
Segundo a nutricionista Roseli Rossi, algumas inflamações podem oxidar as células que constituem as paredes do vaso sangüíneo. No entanto, os alimentos antioxidantes podem ajudar a evitar estas lesões.

Não abra mão de:

- Alho
- Aveia
- Brócolis
- Cebola
- Chá Verde
- Couve Flor
- Semente de Linhaça
- Repolho
- Tomate
- Uva


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