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10 atitudes para ficar mais jovem

Por vezes, o resultado final de uma cirurgia plástica não satisfaz o paciente. Para resolver a situação, é preciso continuar a confiar neste método, e mesmo em outros não cirúrgicos mas, com toda a certeza, rever as expectativas.

Apesar dos riscos inerentes a qualquer cirurgia, ficar mais bela aos olhos de todos parece compensar uma intervenção plástica, e ajuda qualquer paciente a ultrapassar um pós-operatório, que causa regra geral um grande desconforto. Mas que razões podem condicionar o sucesso de uma cirurgia estética? De acordo com o cirurgião plástico José Appleton, “na cirurgia plástica, o problema mais comum talvez seja o resultado não corresponder à expectativa do paciente. Nestes casos, que representam três ou quatro por cento das cirurgias estéticas executadas, por vezes, o paciente tem uma expectativa demasiado perfeccionista, e mesmo que o resultado seja bom, ele não fica satisfeito”. Mas, também do ponto de vista médico, existe a probabilidade de algo não correr como desejado. O especialista confessa dar muita importância à técnica cirúrgica atraumática, isto é, à suavidade e delicadeza nos gestos, à minimização do tempo da cirurgia e da extensão das cicatrizes, e à escolha criteriosa da técnica que conhece bem, sem esquecer a escolha do anestesista. “Alguns dos casos mais dramáticos que conheço estão relacionados com esta escolha”, confessa o profissional. O Dr. António Gomes da Silva, também cirurgião plástico, vai ainda mais longe e acrescenta que “sob o aspecto estético, a análise e avaliação do resultado que verdadeiramente contam, são as do paciente. A insatisfação do cirurgião deve ser muda e contribuir para o seu aperfeiçoamento pessoal, mas não deve inquietar a sua relação com uma pessoa já de si fragilizada no pós-operatório”. O problema mais comum, nas diferentes fases da cirurgia, começa antes da intervenção. “Um défice no planeamento (que deve ser meticuloso, independentemente da experiência e do alter ego do cirurgião). Destaque ainda para a história e observação clínicas, bem como para os exames necessários e um perfil psicológico, que nos indicam se o que se pretende tem indicação e é exequível”, diz este especialista.

Corrigir uma segunda vez?
Quando o paciente não fica satisfeito com o resultado da cirurgia plástica, normalmente, pressupõe-se uma segunda correcção, uma nova cirurgia plástica. Porém, nem sempre tal procedimento é obrigatório. É o que defende o Dr. Gomes da Silva: “Só e apenas se a re-intervenção garantir a seu tempo (sempre mais de seis meses) uma franca melhoria do resultado”. A mesma opinião tem o Dr. José Appleton, “por vezes, podem corrigir-se pequenas deformações com métodos não cirúrgicos, como por exemplo ‘fillings’”.

O que não a leva duas vezes à mesa de operações
1 – A escolha do cirurgião plástico deve ser sugerida pelo médico de família ou um médico amigo;
2 – Conhecer o curriculum do cirurgião plástico, bem como os seus resultados profissionais, é imprescindível;
3 – Estabeleça empatia e uma relação de confiança com o médico;
4 – A operação deve decorrer num local que garanta segurança no caso de complicações;
5 – Tenha a certeza que vale a pena submeter-se à intervenção e conhecer os riscos do que pretende fazer;
6 – No caso de ter alguma patologia, o cirurgião precisa fazer um estudo mais pormenorizado do seu caso, podendo até cancelar a intervenção (por exemplo, existem doentes do foro psiquiátrico com dismorfofobias, que não devem ser operados);
7 – O diagnóstico não se resume aos pormenores morfológicos a corrigir; incluia a sua situação e história clínica de modo preciso e exames pré-operatórios;
8 – Obtenha informação escrita sobre os custos dos honorários médicos e de toda a equipa;
9 – A cirurgia tem que ser rápida e perfeita e uma equipa atenta e coesa precisa responder de imediato a qualquer situação;
10 – No pós-operatório, deve-lhe ser garantida a total vigilância e monitorização permanente;
11 – É necessário ser-lhe dadas recomendações escritas referentes aos dias imediatos à operação, conforme o tipo de intervenção;
12 – O seu cirurgião precisa estar disponível 24 horas por dia para qualquer eventualidade.

Fonte: SaudedaMulher

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